quinta-feira, 22 de julho de 2010
Os Papagaios
Porém esta em perigo de extinção, temos um dever de ajudar essa espécie tão bela.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
A importancia da preservação da espécie...
sábado, 5 de junho de 2010
O papagaio-do-mangue, conhecido também como papagaio-grego ou curica (Amazona amazonica) é um papagaio encontrado na Colômbia, Venezuela, Guianas e Brasil, especialmente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná, em matas e manguezais. Possui cerca de 34 cm de comprimento, cabeça e fronte azuis, encontro verde ou amarelado, espelho e nódoas caudais alaranjados. Também é conhecido pelos nomes de aiurucatinga, ajurucatinga, ajurucurau, ajurucuruca, curau, curica, curuca, encontros-verdes, papagaio-grego e papagaio-poaieiro.
Foi em tempos um dos papagaios mais acessíveis em Portugal devido às maciças importações. Com o fim das mesmas, tornou-se mais raro, já que, tanto em termos de colorido como a nível de capacidade de fala, a maioria dos criadores prefere outras espécies do género Amazona. Em Portugal é normalmente conhecido pelo seu nome científico.
Papagaio-do-mangue
Papagaio-de-porto-rico Descrição
O Papagaio-verdadeiro é principalmente um papagaio verde com cerca de 38 cm (15 pol) de comprimento e pesa cerca de 400 gramas. Tem penas azuis na testa, acima do bico e amarelo na cara e coroa. Distribuição do azul e amarelo varia muito. A cor da íris dos adultos é amarelo-laranja no macho ou vermelho-laranja na fêmea, onde se destaca um fino anel externo vermelho, os imaturos têm íris marrom uniforme. O bico é negro no macho adulto. É uma das espécies mais belas e inteligentes de aves do planeta e sua expectativa de vida é de 80 anos. Os papagaios-verdadeiros também costumam repetir o que ouvem de seus donos.[1]
Raças geográficas
Existem duas raças geográficas: Amazona aestiva, com asa vermelha no Brasil oriental,[2] e A. aestiva xanthopteryx, com penas pequenas superiores e a cabeça amarelas.[3]
Além disso, há importantes variações individuais em ambas as raças, como o padrão facial e da quantidade de cor amarela e vermelha no ombro. As espécies com essencialmente nenhum amarelo na cabeça e o ombro totalmente verde são conhecidos de norte-oeste da Argentina.[4]
Habitação e distribuição geográfica
É encontrado em mata húmida ou seca, em beira de rios e cerradões na Bolívia, Paraguai e Norte da Argentina. No Brasil, ocorre do Nordeste, mais especificamente em Piauí, Pernambuco, Bahia, pelo Brasil central nas Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, ao Rio Grande do Sul.[5]
Criação
O Papagaio-verdadeiro faz ninhos nas cavidades de árvores. Os ovos são brancos ovais e medem cerca de 38 x 30 milímetros. Há geralmente três a cinco numa embreagem. A fêmea incuba os ovos por cerca de 27 dias e as crias deixam o ninho cerca de 60 dias após a eclosão.[1]
Estado
A situação desta espécie é avaliada como pouco preocupante pela BirdLife International. No entanto, ao mesmo tempo que continua a ser comum em toda uma parte significativa da sua escala, não há evidência de um declínio da população, e esta espécie tem sido fortemente negociados: Desde 1981, quando foi cotada na CITES Apêndice II, 413.505 selvagens capturados indivíduos foram registados no comércio internacional. Infelizmente a espécie é uma praga agrícola nas partes da sua escala nativa.[5]
Paradoxalmente, o comércio ilegal pode ter contribuído para a expansão da gama deste papagaio, está-se tornando comum no Rio de Janeiro, que não é uma parte da sua série histórica, algo atribuído ao escapamento da espécie em cativeiro. Os papagaios são capturados clandestinamente e transportados para serem vendidos ilegalmente. A única maneira legal de possuir essa e outras aves da fauna brasileira é possuindo uma ave com anilha, documento, e ter a permissão do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Além da captura, se perdem ovos e muitos filhotes morrem no ato da retirada das aves dos ninhos, pois frequentemente derruba-se a árvore, eliminando assim também os locais favoráveis para reprodução, como exemplo, as palmeiras velhas, que são os melhores locais para essas aves procriarem.
Alimentação
Sua alimentação na natureza é a base de castanhas, frutas silvestres e sementes, principalmente leguminosas. Em cativeiro são oferecidos, além da ração comercial, frutos, sementes e vegetais, uma simulação de alimentação balanceada com todos os nutrientes necessários para uma vida saudável em cativeiro, quando filhotes, em cativeiro, precisam de cuidado redobrado, pois é necessário a monitorização da alimentação que deve ser dada diretamente na boca, até que ele tenha a capacidade de se alimentar sozinho.
Na natureza procuram seu alimento tanto nas copas das árvores mais altas, como em certos arbustos frutíferos. Subindo na ramaria utilizam o bico como um terceiro pé; usam as patas para segurar a comida, levando à boca. Gostam mais das sementes do que da polpa da frutas. São atraídos por árvores frutíferas como mangueiras, jabuticabeira, goiabeiras, laranjeiras e mamoeiros.
Galeria
| Numa árvore no Brasil |